Agradecemos a todos que participaram...
...tanto aos que participaram no local do evento quanto aos que divulgaram e acompanharam online. Esperamos fazer melhor ainda no próximo ano. Obrigado a todos.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Acesso a Mercado e Palestra de Encerramento
Confiram os dois últimos vídeos do 1º Colóquio de Design Social e Sustentabilidade da Bahia.
E que venha o próximo!
E que venha o próximo!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
A Abertura e a primeira Mesa
Olá todos. Demorou um pouco mas já estamos com os primeiros vídeos do Colóquio disponíveis na íntegra: A abertura do evento, com a palestra de Carla Cipolla e primeira mesa sobre Processos Metodológicos.
Breve postaremos todas as mesas. Aguardem!
Breve postaremos todas as mesas. Aguardem!
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Algumas fotos do colóquio
Pessoal, vejam abaixo algumas fotos do colóquio. Vejam mais na nossa página no facebook.
Se você também tirou fotos durante o evento, compartilhe com a gente. Envie uma mensagem para coloquiodesignsocial@gmail.com ou uma mensagem inbox na nossa página no facebook. Não esqueça de enviar seu nome e sobrenome.
Se você também tirou fotos durante o evento, compartilhe com a gente. Envie uma mensagem para coloquiodesignsocial@gmail.com ou uma mensagem inbox na nossa página no facebook. Não esqueça de enviar seu nome e sobrenome.
Bicicleta de plástico reciclado produzida no Brasil
Que tal uma armação de bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira? Pelo menos a 2.500 pessoas essa ideia interessa. Elas estão numa lista de espera para adquirir uma bike de quadro reciclado que é fabricada, sob encomenda, em São Paulo. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata. Isso porque o plástico não enferruja, amortece naturalmente e sua fabricação transforma resíduos sólidos em um novo produto.
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A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Ele estuda a fabricação desse modelo há doze anos, investindo dinheiro próprio. Há um ano e meio o molde final ficou pronto. A partir de novembro os primeiros exemplares serão distribuídos. “Tenho a patente da primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo”, diz.
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Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGs que recolhem sucata e vendem para uma empresa que granula o material. Os grãos são vendidos para a Imaplast, empresa de moldes que Muzzi dirige. Também é possível que o próprio interessado leve o material reciclável. No processo de produção, o plástico granulado entra em uma máquina e é injetado no molde de aço. “Cada quadro demora dois minutos e meio para ser fabricado e, se for feito só de PET, usa 200 garrafas”, explica o empresário.
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A maioria das encomendas – elas devem ser feitas pelo site MuzziCycles – pedem os quadros, apenas. Cada um custa R$ 250. Mas também é possível comprar a bicicleta completa, que pode chegar a R$ 3 mil. Estados Unidos, Alemanha, México e Paraguai já demostraram interesse em encomendar magrelas de plástico reciclado. Um modelo infantil começa a ser produzido no ano que vem. E mais: “Em maio começamos a fazer um modelo de cadeira de rodas. Mas nesse caso vamos doá-las. A pessoa só terá de trazer o material plástico”, conta Muzzi.
Matéria retirada da Revista Super interessante.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Solidariedade em dobro! Camapanha CESE em parceria com a LucrOn.
Contribuição
Camapet
www.camapet.blogspot.com/
71 3313.5542 | 8899.5542
A parceria inusitada entre uma entidade ecumênica, que apoia projetos sociais em várias regiões do país, e um site de compras coletivas abre novas oportunidades, para ativar a solidariedade dos moradores de Salvador com ações sociais inovadoras. A partir deste mês de setembro, a CESE – Coordenadoria Ecumênica de Serviço, e o site LucrOn, passam a realizar uma campanha de arrecadação de recursos para apoiar estas iniciativas. A primeira ação apoiada pela campanha "MobilizAÇÃO Coletiva" é da Camapet – (Cooperativa de Coleta Seletiva Processamento de Plástico e Proteção Ambiental).
O padrinho da campanha é o ator Vladimir Brichta, que fez questão de ser o primeiro a contribuir com o projeto da Camapet, doando inicialmente R$ 500.
Esta campanha faz parte do Programa Ação para Crianças, desenvolvido pela CESE em parceria com organizações da África do Sul, Quênia, Índia e Holanda. O programa visa fortalecer nesses países o hábito de doação para projetos sociais transformadores, e que melhorem as condições de vida de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.
Os internautas podem realizar doações por meio da aquisição de cupons eletrônicos. Quando as doações atingirem a meta estabelecida ou o período de dois meses de campanha chegar ao fim, a CESE dobrará o valor arrecadado para que seja doado à iniciativa escolhida naquele bimestre. Nessa primeira ação, a meta será arrecadar R$ 5 mil. Desta forma, o valor dobrado, que poderá chegar até a R$ 10 mil, será direcionado à Camapet.
Caculé, o quilombo de um homem só
Contribuição
Fabíola Aquino Coelhowww.facebook.com/fabiola.aquino
fabiola.aquino@gmail.com
71 8788.8556 | 9145.7119
Nasci em uma cidade do interior do Estado da Bahia que teve a origem de seu nome de um modo muito particular, e é isso que agora vou contar.
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Manoel Caculé era um escravizado que vivia na Fazenda Jacaré, de Dona Rosa Prates, cujas terras se estendiam pela região de Jacaré, povoado do que mais tarde viria a ser a cidade de Ibiassucê, a cerca de 750 km da capital, região do sertão baiano que fica próximo a divisa com o norte de Minas Gerais.
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Conta-se que um dia, Manuel seguia mata a dentro na procura de água para o gado, eram tempos de seca. Foi então que ele descobriu uma lagoa belíssima que ficava nos limites da fazenda de “sua proprietária”. Essa era uma região farta em água, ao lado da lagoa também havia um farto rio, o Rio do Antonio. Tudo aquilo era novo para ele, e diante daquele oásis desconhecido por seus senhores não teve duvida, ficou lá. Manuel Caculé decide “fugir” e montar ali o seu quilombo solitário. Isto aconteceu por volta de 1854.
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Por ali ficou desfrutando da liberdade adquirida, plantou, colheu e vendeu o fruto do seu trabalho nos arredores, até que um dia foi localizado pelos seus antigos capatazes. O “escravo fujão” fora encontrado e para a surpresa de todos, com o dinheiro que economizou nos seus anos de “liberdade” Manoel Caculé pôde comprar sua alforria e tornou-se definitivamente um homem livre.
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Foi a partir de então, que os viajantes que tomavam aquela direção ao se cruzarem pelo caminho perguntavam uns aos outros de onde vinham e para onde iam e a resposta era sempre a mesma: a Lagoa do Caculé. Desse modo, a região que encantou Dona Rosa Prates e a fez transferir a sede da fazenda para as proximidades da lagoa, passou a designar-se como município de Caculé a partir de 1919.
Essa é a historia do ex-escravizado que tornou-se uma espécie de herói do imaginário coletivo de toda gente que nasce ou se encanta com a cidade. É assim que ele vive imortal e por isso, por causa do orgulho de dizer que minha origem remonta de um fato tão peculiar que sou motivada a empreender o projeto de curta-metragem documental “Caculé, cidade do milênio”, que pretende ter 26 minutos de duração.
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Este é um projeto que utilizará elementos de ficção, em sua abertura, mas com a ajuda da direção de arte fará a transição para a parte documental. Este filme tem como propósito a valorização das redes solidarias que levaram este município, situado no Território de Identidade do Sertão Produtivo a estar entre os 06 selecionados para a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras, realizada no Paraná, em maio de 2011.
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O filme destacará as iniciativas da sociedade civil e do poder público local em prol das 8 metas do milênio revelando-as dentro do cotidiano dos moradores de Caculé, cuja população é de 22.236 habitantes. Mostraremos realidades pouco conhecidas e compreendidas, na maioria das vezes, especialmente para os moradores dos grandes centros urbanos que nunca vivenciaram a vida do interior. Os personagens do documentário serão pessoas envolvidas nas ações que resultaram na inclusão do município entre daqueles que articulam desenvolvimento e sustentabilidade. Os moradores participarão da produção do filme protagonizando as suas próprias histórias e vivências.
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Nosso modelo de produção é um case a parte, antecipo que será criada uma rede colaborativa onde os interessados em ver o filme podem fazer uma compra antecipada do DVD e contribuir desta forma para o levantamento orçamentário que viabilizará a realização do doc-fic “Caculé, cidade do milênio” que será produzido pela Cacauê Movie.
domingo, 23 de outubro de 2011
Person Design cria identidade da ação sustentável no Yacht Day 2011
Contribuição
Person Design
www.twitter.com/persondesign
www.facebook.com/persondesign
O Yacht Day é considerada uma das principais festas de Salvador, que acontece há nove anos na Ilha Refúgio das Garças na Baía de Todos os Santos. Conta sempre com convidados famosos, formadores de opiniões e empresários que comemoram o verão no melhor estilo.
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Nesta edição, realizada em 12/02/11, o Instituto EcoDesenvolvimento em parceria com a ONG Paciencia Viva implementaram a ação de coleta seletiva no evento. A Person Design foi o escritório responsável pelo desenvolvimento da Identidade desta ação, que teve como objetivo conscientizar, de forma descontraida, os marinheiros e todos os que participaram da festa.
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A Identidade foi incrementada com a criação do trio de personagens chamados “Os Recicláveis”: 3 balões; vermelho, amarelo e cinza que representam respectivamente o vidro, a lata e o lixo não reciclável, materiais que a ação se propôs a recolher.
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As peças ajudaram os convidados a entenderem como a ação aconteceria. Foram colados cartazes nas embarcações que levaram o público até à ilha; na entrada do evento tinha uma lona com a apresentação oficial dos personagens e da ação; além disso, foram entregues folders com explicações mais detalhadas sobre a coleta seletiva; e para fechar, o trio de pirulitos “Os Recicláveis” se espalharam pela festa com seus respectivos cestos coletores informando o que era para ser descartado.
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Ao final da festa, foram coletados cerca de 120 kg de materiais prontos para serem reciclados, que além de contribuir para geração de renda de comunidades carentes, diminui a pressão nos aterros sanitários.
Equipe da Paciência Viva realizou o trabalho de coleta e armazenamento dos resíduos / Foto: Divulgação













